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- Arquitetura, Nome e Logotipo - Motel Mondrian


Arquitetura, Nome e Logotipo


A arquiterura, assim como o nome e logotipo do Mondrian Motel, foi inspirada na arte abstrata de Pieter Cornelis Mondrian, conhecido como Piet Mondrian.Motel Suítes Mondrian

O logotipo do Mondrian Motel é uma criação feita pelo renomado designer de São Paulo, Denis Darin (Expressão Design), que utilizou a idéia, tendência e a sutileza das imagens de Piet Mondrian revelada em seus quadros, compondo única e exclusivamente para o estabelecimento, sem ofender a moral e os bons costumes, não sendo, desta forma, uma cópia de uma obra de Piet Mondrian.

Com um pouco de atenção, ao visualizar o logotipo encontramos uma face masculina (cabelos azuis, olhos negros e boca vermelha) “beijando” uma face feminina (cabelos loiros, olhos azuis, boca vermelha e brinco), ambas de perfil. Piet Mondrian começou a sua carreira como caminhoneiro ao mesmo tempo que ia praticando a sua pintura. A maior parte do seu trabalho deste período é influenciada pelo naturalista ou impressionista. No Museu Gemente, em Haia, estão expostos vários trabalhos deste período, incluindo exemplares pós-impressionistas tais como "O Moinho Vermelho" e "Árvores ao andar". (O museu também tem exemplos do seu trabalho geométrico posterior).

Após entrar em contato com a teosofia, Mondrian passa por um breve período simbolista, mas que lhe será fundamental para que atinja a abstração. Este período costuma-se confundir com a radical abstração que caracterizaria o resto de sua obra, já revelando uma certa tendência à geometrização e à síntese da realidade. Além do pensamento espiritual calcado na busca de uma essência matemática e racional para a existência que caracteriza a teosofia, Mondrian também exibiu um interesse quase obsessivo pelo jazz – pela identificação de sua alegria contagiante com o ritmo irregular que, ele também, possuiria um fundamento matemático.
Em 1913, visitou uma exposição cubista em Amsterdã que o marcou profundamente e teve grande influência no seu trabalho posterior.
A partir de 1917 até a década de 1944 desenvolve sua grande obra neoplástica.

Essa fase de sua obra, a mais popularmente difundida, se caracteriza por pinturas cujas estruturas são definidas por linhas pretas ortogonais (o uso de diagonais induziria a percepção a ver profundidade na tela e motivou o rompimento de sua amizade com Theo Van Doesburg). Essas linhas definem espaços que se relacionam de diferentes modos com os limites da pintura, e que podem ou não ser preenchidos com uma cor primária: amarelo, azul e vermelho, decisão que mostra sua estreita relação com as teorias estéticas da Bauhaus e da Escola de Ulm, e que definem pesos visuais diferentes para esses espaços. Os blocos de cor, pintados de modo fosco e distribuídos assimetricamente, reforçam a idéia de um movimento superficial que se estende perpetuamente, indicando que o pintor investia na percepção de sua obra como uma abstração materialista e sem profundidade, criticando a pintura histórica enquanto produzia uma abstração racionalista, espiritualista e sobretudo concreta do mundo. Sua obra, muitas vezes copiada, continua a inspirar a arte, o design, a moda e a publicidade que a apropriam como design, sem necessariamente levar em conta sua fundamental e filosófica recusa à imagem.

O seu quadro "Broadway Boogie Woogie", que pode ser visto no Museu de Arte Moderna de São Francisco, pertence à fase posterior ao Neoplasticismo, quando Mondrian se liberta das regras que ele próprio se impôs.

(fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Piet_Mondrian)


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